terça-feira, 12 de março de 2019

PRIMEIROS CONTATOS COM A ALFABETIZAÇÃO



Iniciando a alfabetização infantil da língua portuguesa escrita na educação infantil



Segundo Fernanda Veiga, pedagoga, em seu texto "Alfabetização infantil: como ela deve acontecer e como preparar seu pequeno para esta etapa" a etapa mais importante do desenvolvimento se inicia na Primeira Infância. Nesta fase, a aquisição da aprendizagem se integra inicialmente pela ludicidade, através das brincadeiras, musicalidade, artes e tantos outras atividades que interessam à criança.


Dessa forma, uma das estratégias de ensino do AEE Libras da Educação Infantil e brincar com jogos que acrescentem aprendizado às rotinas de atendimento. Pois assim, brincando e interagindo com colegas e professores, os alunos/as vão se apropriando da língua de sinais (que é sua língua materna) e com estratégias corretas, vão entendendo e percebendo a existência da língua portuguesa escrita.


Ainda, Veiga nos apresenta que


[…] para o desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida, acreditamos que o ideal é que o processo de alfabetização não aconteça de maneira precoce. Mas isso não significa que não seja possível apresentar as letras e palavras aos pequenos antes disso. Pelo contrário! Existem diferentes formas de estimular e preparar a criança para o momento da alfabetização.


Ou seja, não devemos pular etapas na educação na instrução das crianças, mas devemos sim proporcionar a elas a maior quantidade de informações possível.


Fernanda Veiga também nos apresenta algumas dicas de como podemos preparar uma aula da educação infantil (seja para alunos surdos ou ouvintes) e até mesmo para as famílias organizarem atividades de aprendizado e desenvolvimento da criança. Contudo, a pedagoga diz que sempre devemos “lembrar que é importante que este seja um momento prazeroso, leve e sem obrigatoriedade alguma!”


Algumas opções que Veiga nos apresenta é a contação de história (atividade esta muito trabalhada no AEE Libras da Educação Infantil aqui do CAS), pois a leitura é imprescindível neste processo de desenvolvimento da criança, pois é a leitura que oferece à criança um universo mágico e ilimitado de palavras, sinais, imagens, unindo diferentes significados que fazem sentido no universo infantil.


Veiga também discorre em seu texto sobre a riqueza de apresentar diversos materiais para as crianças, afinal neste processo é interessante o uso de revistas, jornais, panfletos, receitas, jogo com letras, etc. Só não pode-se esquecer de fazer a leitura destes materiais de maneira pausada para que o pequeno leitor consiga assimilar todo o conteúdo apresentado a ele. E ao mesmo tempo, não devemos esperar que ele fique sentando e atento a nossa leitura por muito tempo. Por isso devemos selecionar materiais práticos e curtos para explicação!


Como podemos ver nos registros abaixo, nesta atividade os professores guiaram uma atividade com peças de encaixar, sendo que cada encaixe completo era formado por três peças: uma das peças com a primeira letra do alfabeto manual da Libras, outra peça com a imagem, e a terceira peça com a letra do alfabeto da língua portuguesa. Deste modo os professores já demonstram aos alunos/as a existência da escrita e de uma segunda língua. Veja como as alunas já conseguem fazer associações e interagir com a sua língua e com a nova língua que está sempre inicialmente apresentada!




REFERÊNCIAS



VEIGA, Fernanda. Alfabetização infantil: como ela deve acontecer e como preparar seu pequeno para esta etapa. In: Blog da Leiturinha. Disponível em: <https://leiturinha.com.br/blog/alfabetizacao-infantil-como-ela-deve-acontecer-e-como-preparar-seu-pequeno-para-esta-etapa/>. Acesso em 12 mar. 2019.



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Texto de Vanessa Paula Rizzotto – intérprete de Libras

Atividades realizada pelos professores: Marcos Alexandre Marquioto e Cilene Couto Becker






























sexta-feira, 8 de março de 2019

DIFERENÇA ENTRE O APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA (AASI) E O IMPLANTE COCLEAR (I.C)

Os usuários de implante coclear vem tendo um benefício cada vez maior com ele, graças aos avanços da tecnologia, que vem trazendo melhorias na qualidade dos aparelhos e das programações.

É verdade que um usuário de implante coclear hoje, tem grandes chances de escutar bem o suficiente para diminuir a necessidade de usar a leitura labial. E, com reabilitação adequada (se o caso permitir) pode até chegar a utilizar o telefone ou ouvir música (da nossa maneira particular de escutar música através do IC).

Porém, isso não significa que os aparelhos auditivos ficam atrás ou que são tecnologicamente menos evoluídos ou que permitem menos percepção auditiva.

A principal diferença entre o IC e o AASI é a indicação para cada tipo de perda auditiva.

Veja bem, o aparelho convencional é um amplificador. Ele aumenta o som, permitindo que a pessoa ouça através da própria audição natural residual. Ele pode ser programado para o tipo de perda da pessoa (ampliando mais os graves ou os agudos, por exemplo) e tem diversos tamanhos, desde o intracanal quase invisível, ao retroauricular, que fica atrás da orelha. Os aparelhos de hoje, estão cada vez menores, ao ponto que são cada vez menos perceptíveis aos olhares curiosos.

Já o implante coclear, é indicado para quem não tem audição residual suficiente para ter um ganho muito expressivo com o aparelho convencional. 

Geralmente, o AASI pode ser indicado para quase todos os tipos de perda, da leve à perda profunda e praticamente todas as pessoas tem algum ganho com ele. 

O implante coclear, por sua vez, é indicado para perda severa a profunda que não tiveram bom resultado com o AASI. Ou seja, é a etapa seguinte, depois de testarem aparelhos convencionais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS https://desculpenaoouvi.com.br/implante-coclear-ic-versus-aparelho-de-amplificacao-sonora-individual-aasi/ 

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Texto de Luana Zimpeck de Rezende 

Referência da imagem: https://desculpenaoouvi.com.br/ 

sexta-feira, 1 de março de 2019

BRINCANDO A APRENDENDO – AEE LIBRAS

BRINCADEIRA DO SIM E NÃO



Com o objetivo de promover o ensino e a aprendizagem da LIBRAS e do português escrito, numa abordagem pedagógica que respeite a experiência visual e linguística da pessoa surda ou deficiente auditiva, as aulas do AEE Libras são sempre muito dinâmicas, e dessa forma envolvem os alunos na participação.

Como podemos ver no Programa Pedagógico elaborado para a Educação Especial do Estado de Santa Cantarina, o processo educacional de alunos com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais, está respaldado na Lei nº 10.436/02, regulamentada pelo Decreto nº 5.626/05, que garante a inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, conferindo à Libras o status de língua oficial de ensino e aprendizagem da pessoa surda.

Dessa forma, ainda no Programa Pedagógico, temos que:

O Serviço de Atendimento Educacional Especializado na área da Deficiência Auditiva [...] tem por finalidade promover a comunicação e a educação da pessoa surda e do deficiente auditivo, contribuindo, assim, para a eliminação das barreiras de comunicação entre surdos e ouvintes e favorecendo a permanência desses alunos no sistema regular de ensino.

Assim sendo, em muitas as aulas são realizadas dinâmicas e brincadeiras que proporcionam ao aluno o aprendiza intuitivo, que é quando o aluno não percebe que está aprendendo.

E este é um dos inúmeros exemplos de atividades que nossos professores realizam. Na oportunidade o professor brincou com os alunos de “SIM ou NÂO”. A brincadeira iniciou com todos escolhendo uma categoria de palavras, como por exemplo: ANIMAIS, FRUTAS, CIDADES, PESSOAS FAMOSAS, PRINCESAS, MARCA DE CARRO, PAÍSES, etc. Então um dos alunos, ou como neste caso, o professor iniciou a brincadeira selecionando uma palavra da categoria escolhida. Por exemplo, se a categoria escolhida foi ANIMAIS, o professor pensou em um, dos inúmeros que completam esta categoria (por exemplo: CAVALO). A partir daí, os participantes da brincadeira fazem perguntas ao professor (ou a pessoa que está guiando a brincadeira no momento) sendo que este só pode responder com SIM ou NÃO. A rodada termina quando um dos participantes descobre qual a palavra pensada pelo “guia”. Esta pessoa/aluno passa então a ser o guia da brincadeira, e todo o ciclo se inicia novamente. A brincadeira, não tem fim, mas pode-se chegar a um vencedor, contando quantas palavras cada um acertou.

Das perguntas que podem ser feitas (lembre-se, neste exemplo a categoria é ANIMAIS, e o animal selecionado pelo guia foi o CAVALO):
- Vive na água?
- Come carne?
- Voa?
- Nada?
- Tem pêlos?
- Tem rabo?
- É grande?
- É carinhoso?
E assim por diante, estimulando o pensamento dos participantes, até um descobrir qual o animal escolhido.

Veja as fotos do exemplo da brincadeira.


REFERÊNCIA

SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Fundação Catarinense de Educação Especial. Programa Pedagógico. São José - SC: FCEE, 2009.

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Texto de Vanessa Paula Rizzotto – intérprete de Libras
Atividade realizada pelo professor Marcos Alexandre Marquioto





 





segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

25 de fevereiro: Dia Internacional do Implante Coclear

Hoje, dia 25 de fevereiro comemora-se o Dia Internacional do Implante Coclear em homenagem ao primeiro implante realizado no mundo há exatos 59 anos.

O primeiro implante, monocanal, foi realizado pelos médicos franceses Andre Djourno e Charles Eyriès, em 25 de fevereiro de 1957, na França e inaugurou uma nova época para a otologia. Esse dispositivo eletrônico transformou a vida de inúmeras pessoas no mundo, graças à possibilidade de trazer o som a todos os seus usuários.

O Implante Coclear é um dispositivo eletrônico inserido cirurgicamente na cóclea de pessoas com perda auditiva neurossensorial de grau severo e/ou profundo bilateral, com o objetivo de estimular eletricamente as fibras do nervo auditivo de forma a substituir parcialmente a função da cóclea.

É, atualmente, a alternativa indicada para deficientes auditivos que não alcançaram níveis satisfatórios de percepção auditiva para os sons da fala com aparelhos auditivos convencionais.

Segue uma pequena homenagem aos nossos usuários implantados e todos àqueles que ainda podem vir a se beneficiar dessa tecnologia.

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Texto de Luana Zimpeck de Rezende - Fonoaudióloga

Referencias:

http://portalotorrino.com.br/guia-online-do-implante-coclear/
http://desculpenaoouvi.laklobato.com/2012/02/24/25-de-fevereiro-dia-do-implante-coclear/














USO DA TECNOLOGIA COMO RECURSO VISUAL DE APRENDIZAGEM

O COMPUTADOR E A SUA RIQUEZA DE CORES, 

IMAGENS E DETALHES EXEMPLIFICADORES


Todas as pessoas (principalmente professores e intérpretes) que estão envolvidas com a educação dos surdos sabem da grande importância que o visual tem para a cultura e a comunidade surda. Tal fato se dá pela Língua de Sinais ser uma língua de modalidade gestual-visual, e ainda mais, pelo aprendizado dos alunos surdos ocorrerem de forma visual.

Logo, utilizar a tecnologia (entenda, neste caso, pelo computador) para obter referenciais reais é a grande sacada dos atendimentos do AEE que tem esse recurso como disponível.

Falamos isso, pois ainda no em novembro do ano de 2018, a então professora do AEE Português do CAS/FCEE estava atendendo uma aluna e trabalhando com a mesma, um material xerocado (xérox = preto e branco) que falava de frutas. Na ocasião a aluna começou questionando que na apostila a impressão era em preto e branco, pedindo porque a laranja era preta, e assim, num estalo de uso da tecnologia, a professora levou a aluna para o computador e juntas construíram vários significados a partir do questionamento da aluna. Pela aluna ter citado uma laranja, a professora fez com que a mesma aprendesse, no computador, não somente o termo citado por ela, mas também fosse autora da sua própria pesquisa, iniciando-a do “zero”:

- ligar o computador;
- abrir uma página de pesquisa da internet;
- procurar a palavra da qual tinha dúvida; e
- utilizasse o recurso de imagens do buscador.

E assim, seguindo com os aprendizados, professora e aluna tiveram uma rica discussão que envolveu o termo questionado pela aluna:

- tipos de laranja;
- diferentes cores das laranjas;
- o que fazer com a laranja – receitas de suco, de bolo, de calda; e
- as vitaminas da laranja, dentre outros assuntos.

Dessa forma, a professora conseguiu através de um inocente questionamento da aluna aproveitar para ampliar os conhecimentos da mesma. Visto que o computador e a internet em sí, são fontes inesgotáveis de exemplos da vida real, a professora, por meio da web, tornou mais fácil e clara a interação do conteúdo didático programado com a realidade, tornando o aprendizado mais útil e esclarecedor.

Deste modo, e com a metodologia tecnológica visual utilizada pela professora, o/a aluno/a compreenderá a razão de aprender determinados conceitos que, de outra forma, poderiam parecer sem utilidade. Aproximando o mesmo da realidade e dando vida ao conteúdo. Sobretudo, ainda é importante ressaltar o papel do professor neste processo, que tem fundamental importância em ajudar a selecionar e avaliar as fontes de informações e mesmo todo o conteúdo disponível ao aluno. Nesse caso, o professor atua como um guia do conteúdo disponível e da pesquisa em si.


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Texto de Vanessa Paula Rizzotto - intérprete de Libras
Atividade realizada por: Cilene Couto Becker 













sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

VOLTA ÁS AULAS - 2019

INÍCIO DOS ATENDIMENTOS NO CAS/FCEE




Nesta semana, entre os dias 11 e 15 de fevereiro de 2019, o CAS - Centro de Capacitação de Profissionais de Educação e de Atendimento às Pessoas com Surdez/ FCEE, retornou com suas atividades de atendimento aos alunos do centro. 

Atendendo a 34 alunos surdos, o CAS oferece o serviço do AEE Libras como serviço principal, com objetivo de ensinar a Libras - Língua Brasileira de Sinais, como L1 (língua materna) aos surdos, proporcionando a eles a interação com seus pares e o modelo dos professores, que também são surdos. 

Complementando o serviço do AEE Libras, o centro também oferece o serviço do AEE Português, para que os alunos aprendam a língua oficial do país, na modalidade escrita, e assim tornarem-se bilíngues. 

Na área da saúde, quanto ao serviço de reabilitação auditiva, este serviço sedimenta suas ações numa proposta bilíngüe, que utiliza a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como suporte/recurso para o aprendizado do português como segunda língua na modalidade oral para candidatos e usuários de AASI (Aparelho de Amplificação Sonora Individual) e/ou Implante Coclear.

Vale lembrar que além dos atendimento internos do CAS, nosso objetivo também é produzir conhecimento, capacitar profissionais, assessorar os serviços, analisar processos de implantação de serviços especializados na área da surdez e da surdocegueira e acompanhar os usuários atendidos pelo CAS. Também é responsável por promover a acessibilidade e a difusão da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) por meio da Central de Interpretação de LIBRAS e do Serviço de Produção de Materiais em LIBRAS.

Veja a seguir algumas fotos dos primeiros atendimento realizados esta semana. 

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Texto e fotografias de Vanessa Paula Rizzotto - Intérprete de Libras. 

Site do CAS: http://www.fcee.sc.gov.br/index.php/centros-de-atendimento/cas 

Turma AEE Libras 

Conversa com a família na Reabilitação Auditiva

AEE Surdocegueira

AEE Libras

Reabilitação Auditiva


AEE Surdocegueira

AEE Libras - Educação Infantil


Reabilitação auditiva


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

PARTICIPAÇÃO EM FORMAÇÃO CONTINUADA DA FONOAUDIÓLOGA DO CAS

REABILITAÇÃO AUDITIVA

Nos dias 07 e 08 de fevereiro de 2019 a fonoaudióloga do CAS/FCEE, Luana Zimpeck, participou de uma Capacitação da Academia Cochlear de Reabilitação Auditiva, em Porto Alegre no estado do Rio Grande do Sul.
No curso a profissional teve oportunidade de estudar e refletir sobre diversos assuntos que serão aplicados em seus atendimentos, como por exemplo:
- Demonstração de novas tecnologias de reabilitação auditiva;
- Tipos de abordagens terapêuticas, com o intuito de melhores resultados auditivos e de linguagem;
- A importância da participação dos pais na terapia auditiva, aprendendo os modelos que serão aplicados em casa;
- A individualidade de cada atendimento, dentre outros assuntos.
Vale ressaltar que, tal formação ocorreu apenas com profissionais que já trabalham com este serviço e ela justifica-se, pois nosso centro de atendimento, o CAS/FCEE, atenderá neste ano 14 (quatorze) alunos na reabilitação, alunos estes que já são implantados (fazem o uso do IC – Implante Coclear1) ou que fazem uso do AASI, que é o Aparelho de Amplificação Sonora Individual2. Sendo ainda que o serviço de reabilitação auditiva oferecido pelo CAS/FCEE é um serviço gratuito e ligado a fase escolar e frequência do aluno no AEE Libras, visto que a língua de sinais pode servir de recurso para aquisição da fala, não impedindo o desenvolvimento da língua oral – objetivo principal do serviço de reabilitação.
É importante ressaltarmos que estudos demonstram que para obtenção dos melhores resultados com o implante coclear, a reabilitação fonoaudiológica é imprescindível, sendo ainda que a duração desta terapia depende do seu tipo de perda auditiva, idade (provado cientificamente que de 0 a 3 anos e a fase ideal para aquisição da linguagem) e o nível de motivação (incluindo diversos fatores). Visto que crianças com perda auditiva pós-lingual, por exemplo, e que receberam um implante logo após a perda auditiva, muitas vezes atingem resultados rápidos. Todos estes aspectos avaliados pelo profissional adequado e ainda, pelo estímulo deste aluno recebido em outros locais em que frequenta e convive; e também analisando-se a metodologia utilizada no atendimento.
Sobre a metodologia utilizada no nosso serviço de reabilitação auditiva, a profissional utiliza a abordagem bilíngue, expondo o aluno a duas línguas, sendo que a primeira sempre será a sua língua materna (ou L1, a língua de sinais) e a segunda língua (ou L2), a língua oficial do país. Destaca-se que a segunda língua pode ser ensinada concomitantemente a língua materna, ou após a aquisição e desenvolvimento completo da sua L1. Assim, através da abordagem bilíngue, o método terapêutico aplicado é o auditivo verbal – que é quando a criança aprende a ouvir a depois desenvolve a linguagem falada.


1- Falaremos em outro artigo somente sobre o Implante Coclear, mas resumidadmente ele é um dispositivo médico eletrônico para pessoas com perda auditiva de grau severo a profundo. Ele funciona transformando sons em estímulos elétricos que são enviados diretamente ao nervo auditivo. Isso significa que ele substitui parcialmente as células danificadas da cóclea.

2- Também falaremos mais tarde sobre os tipos e funções específicas de AASI.   


REFERÊNCIAS

Importância da reabilitação. Disponível em: <https://www.oticonmedical.com/portuguese/cochlear-implants/new-to-cochlear-implants/activation-and-rehabilitation/the-importance-of-rehabilitation>. Acesso em 13 fev. 2019.

Texto de: Vanessa Paula Rizzotto – Intérprete de Libras e Luana Zimpeck – fonoaudióloga.